"Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e nesse dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a humanidade."
Leonardo Da Vinci
Essa notícia me pegou de jeito e mais uma vez me indignou! O governo do Mato Grosso do Sul precisa fazer algo e os ambientalistas e cidadãos do estado também! Animais estão sendo atropelados nas estradas do estado e o IBAMA já solicitou a colocação de cercas e túneis para proteger os animais e até agora nada foi feito! A fauna brasileira continua sendo tratada com todo o descaso possível e tal indiferença é, no mínimo, criminosa!
Achei isso no Facebook e não resisti, tive de mostrar a vocês!
"Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Portanto quem chuta ou maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar."
Um livro que eu recomendo a todos aqueles
que têm a mente aberta e sentem um apelo interno para entender os animais éConversando com os Gatosde Kate Solisti-Mattelon. Kate é uma
canalizadora, ou melhor, uma comunicadora animal que desde cedo demonstrou sua
habilidade em entender a "linguagem" dos gatos, bem como a dos cães e
cavalos! Por mais estranho que possa parecer a obra trata da comunicação de
Kate com o Grande Conselho dos Gatos, pois segunda ela os animas são regidos
por essas grandes consciências grupais e é a eles a quem ela se dirigiu para
tentar transmitir um pouco do conhecimento sobre os hábitos e motivações desses
animais adoráveis.
Num dos trechos do
livro ela pergunta por que os gatos gostam de se deitar sobre o que os humanos
leem, ao que responderam que quando estamos lendo transmitimos uma grande
energia de paz e relaxamento e que os gatos são muito atraídos por esse tipo de
emanação, por causa de sua natureza. Outra resposta interessante foi quando ela
indagou sobre o motivo de os gatos terem tanto medo da água quando algumas
espécies são até excelentes nadadoras. O Grande Conselho dos Gatos então disse
que os seus ancestrais vieram do deserto, e que a relação com água nunca foi
próxima, nunca passando da relação de sobrevivência. Por isso mesmo os gatos
nadadores evitavam a água. O conceito de nadar para os felinos é muito
estranho!
Bem, fica aqui a
minha dica e espero que todos gostem tanto quanto eu gostei. Se não por crença
espiritual, pelo menos por curiosidade e entretenimento!
Sempre gostei de imaginar como
seria minha vida se seu fosse um coelho por exemplo. São fofos, rápidos e encantadores!
Fascinam crianças e adultos pelo mundo a fora! Mas depois me lembro de que são
os animais preferidos de caçadores e predadores diversos como o próprio homem! Se
eu fosse um coelho passaria uma vida curta de seis anos, e muito estressante,
correndo de lá pra cá, cavando tocas fundas para tentar me esconder e com muita
probabilidade de acabar na mira de um rifle que teria na outra ponta um ser que
só precisa ir ao supermercado para se alimentar, que não é perseguido por
predadores dia e noite e que mata só para se “divertir”.
Quando criança tinha um verdadeiro
fascino por animais que voam como abelhas e borboletas. Quando cresci descobri
que as borboletas são lagartas por um longo tempo antes de se tornarem os lindos seres alados e
coloridos que eu via, e que muitas dessas lagartas são consideradas tóxicas e
algumas até pragas, e por isso são pisoteadas ou envenenadas! Descobri também
que as abelhas vivem pouco, trabalham a vida toda e tem essa curta vida marcada
pelo destino, ou são rainhas (pouquíssimas) ou são operárias. Também descobri
que a ação do homem no meio ambiente tem destruído em grande quantidade a
população de abelhas no mundo, ou seja, estão sendo extintas! Como 70% de todas
as plantas do planeta são polinizadas por elas, uma extinção total das
abelhas significaria uma crise mundial na produção de alimentos! Pense em
qualquer animal que lhe vier à mente e saiba, sua vida não seria fácil! O mundo
estaria na iminência de acabar todos os dias. Ou você estaria tão ocupado em
viver um dia de cada vez, e sobreviver a esse dia, que não se perguntaria até quando
o mundo vai durar e se iria sobreviver no final! Neste Natal gostaria de convidar a você a
olhar um pouco pela perspectiva dos animais e pedir que dê uma
forcinha para que suas vidas não sejam assim tão difíceis! Olha, se você não escorraçar,
chutar ou envenenar já é uma tremenda força, pode acreditar!
Para essas pessoas que estão aí preocupadas
com o fim do mundo eu pergunto: será que toda essa tensão não é porque você no
fundo sente que tem desperdiçado a vida num monte de bobagens, desejos egoístas
(quando não puramente libidinosos), filosofias inconsistentes, uma
espiritualidade fajuta, e que afinal não tem feito nada por si nem por ninguém?
Agora mesmo que não entenda de calendário maia, ou tenha pouca afinidade com
temas transcendentes, não lhe parece que o temor do fim do mundo lhe ocupa tanto espaço na cabeça
só porque no fundo você se sente impotente diante disso? Espero que todo este boato sobre
o fim do mundo seja para você uma oportunidade de renascimento para esta sua
droga de vida! Sim, porque se fosse uma vida minimamente interessante você talvez
pensasse que tudo isso é só um boato, uma interpretação errônea, ou talvez
tivesse um lampejo de profundidade pensando algo como: bem, se o mundo acabar mesmo
eu sei que fiz o meu melhor para este ser um mundo melhor!... Coisa que eu duvido
que tenha feito!...
Lindo demais! Além de bonito o filme tem uma música que nos faz pensar, uma mensagem linda sobre o respeito a vida e a natureza! Tomara que todas as crianças que tenham visto este desenho na época tenham sido penetradas por esta linda reflexão. Bem, achei que valia a pena colocar a música e sua tradução... Sobre o filme:
"Pocahontas é mais um filme da Disney considerado um clássico. A trama é baseada na história real da indígena norte-americana Pocahontas, que nasceu em 1595 e morreu em 1617. Lançado em 1995 o filme teve uma boa repercussão, sua canção "Colors of the Wind", ou "As Cores do Vento" em português, fez muito sucesso e já foi regravada por cantoras como Vanessa Williams, Vanessa Hudgens e Daniela Mercury". Vídeo da canção:
Tradução:
Você pensa que eu sou uma selvagem ignorante
E você já esteve em vários lugares
Eu acho que é isso mesmo
Mas ainda não consigo ver
Se a selvagem sou eu
Como pode haver tanto que você ainda não saiba?
Que você ainda não saiba...
Você pensa que possui qualquer terra em que pisa
A terra é apenas uma coisa morta que você pode
reivindicar
Mas eu sei que cada pedra, árvore e criatura
Tem vida, tem espírito e um nome
Você pensa que as únicas pessoas que são pessoas
São aquelas que se parecem e pensam como você
Mas se você seguir as pegadas de um estranho
Você aprenderá coisas que você nunca soube, nunca
soube...
Você nunca ouviu o lobo uivando para a lua azul?
Ou perguntou ao sorridente lince porque ele sorriu?
Você pode cantar com todas as vozes da montanha?
Você pode pintar com todas as cores do vento?
Você pode pintar com todas as cores do vento?
Correndo pelos caminhos de pinheiros da floresta
Saboreando as brilhantes uvas doces da terra
Rolando por todas as riquezas à sua volta
E pela primeira vez não se pergunte o que elas valem
A tempestade e o rio são meus irmãos
A garça e a lontra são minhas amigas
E todos nós estamos conectados a cada um de nós
Em um círculo, em uma roda que nunca acaba
O quão alto esse sicômoro cresce?
Se você o cortar, então nunca saberá
Você nunca ouviu o lobo uivando para a lua azul?
Ou porque temos pele branca ou bronzeada?
Nós precisamos cantar com todas as vozes da montanha
Olá a todos, estive fora por
um tempo, me ocupando das coisas da vida. Trabalho, grana, família e até um
resfriado que me pegou nesta primavera gaúcha oscilante! De repente me dei por
conta que eu havia me esquecido do blog e dos bichinhos e mais uma vez percebi
como é fácil nos esquecermos dos que precisam de nós e que não podem nem mesmo
lembrar-nos do nosso esquecimento, dizendo algo irônico como “Oi, eu continuo
aqui, me ajude!”. Não sei quem foi que disse que o bem é um esforço diário e
que o mal acontece sem esforço.
Para o bem estar dos animais
e sua preservação há de se ter um esforço contínuo. E digo esforço não porque
isso dê trabalho por si, mas porque dá muito trabalho para nós mesmos sair de
nosso mundo alienado e egoísta de jogos de celular, compromissos sem importância
e horas perdidas e improdutivas diante da internet. O real compromisso deveria
ser com a vida e com a convivência com nossa comunidade humana e natural, e
dentro dela com os animais, é claro! Um comercial de uma rede de farmácias aqui
do Rio Grande do Sul colocou isso de uma forma linda e comovente que eu quis
compartilhar com vocês. Eu adorei e espero que todos gostem também!
Essa semana vi no Facebook uma charge que me deixou mais do que fora do eixo, simplesmente porque por um lado ela denuncia corretamente o comportamento de certos defensores dos direitos dos animais que assumem uma postura anti-humanidade, mas que por outro lado revela a ação de certos observadores que enfocam demasiadamente esse tipo de atitude, tornando ainda mais difícil esse já penoso trabalho, que de modo algum limita-se a colher animais abandonados nas ruas, mas também de defender a vida como um todo e conscientizar as pessoas que a vida é preciosa e que por isso temos todos o direito de usufruí-la!
De coração eu não quero ver crianças sendo exploradas pelas ruas, nas plantações de cana-de-açúcar, nem sendo vítimas de violência doméstica, ou abuso sexual. Não posso ignorar também que isso acontece porque somos 7,5 bilhões de seres humanos nesse planeta, porque ajudamos os pobres a controlar as doenças dos filhos antes de educá-los sobre como criar essas crianças e antes mesmo de elaborar um estatuto de direitos infantis! Para vivermos aqui devastamos matas e extinguimos espécies... E para quê? Só para que pudéssemos ter celulares novos e tablets de última geração? Estabelecemos um sistema econômico predatório não só para a vida selvagem, mas para a própria humanidade. A exploração do trabalho infantil existe porque o sistema exige cada vez mais e mais produção. A pedofilia avança porque a égide capitalista incita a termos aquilo que podemos pagar, e porque a miséria e a fome fazem as pessoas cometerem absurdos! Sem falar que o sexo pelo sexo é um comportamento mais do que aceito, é estimulado! E todas as perversões são “fetiches” possíveis no futuro de um mundo que considera os limites de comportamento a imposição de uma moral retrógrada, e o politicamente correto “careta”... A questão é simples: o que os milhões de animais, selvagens e domésticos, que vivem neste planeta conosco têm a ver com nossa doença social?
Nessa charge, um enconro de incoerências.
Construímos casas, condomínios e campos de golfe para nosso lazer e conforto, e que se danem os ninhos dos animais, seus ciclos de acasalamento, e territórios de caça para alimentação!... Somos a espécie dominante, não é?... Não, não é a esse mundo e a essa humanidade que eu quero pertencer, e exerço meu direito de lutar pelo que acredito, e acredito num mundo onde os filhos dos homens e dos animas possam viver juntos sem violência e exploração. Creio que é possível um mundo em que as pessoas se questionem abertamente sobre o que é saudável para a convivência social. E que se criem sim leis e regras que impeçam o avanço no direito do outro, humano ou animal, de viver sem nenhum tipo de exploração, seja ela sexual, afetiva ou trabalhista. Defendo a criação de carga horária para o trabalho animal tanto quanto defendo o fim do trabalho para crianças. Enfim, eu amo e defendo a vida e amo a humanidade, mesmo quando vejo pessoas cegando gatos para vê-los girar sem noção, ou matando bois a pedradas, ou promovendo rinhas de galos e cães, ou perseguindo em caçadas com armas sofisticadas animais selvagens que dão um duro danado para sobreviver e procriar e, ainda assim, chamam a isso de esporte. Amo a humanidade porque faço parte dela e choro de desespero com tudo isso. Porque sei também que esse tipo de coisa horroriza a maioria das pessoas, e principalmente porque sei que há aqueles que lutam noite e dia para defender toda a vida inocente desta Terra, seja ela bebês focas, ou crianças maltrapilhas das vilas da Índia. Amo a humanidade porque sei que nos falta apenas alargar um pouco mais nossa concepção de vida e de justiça, e porque sei que isso é perfeitamente possível!